terça-feira, 30 de outubro de 2012

O que aconteceria se todo o mundo se tornasse orgânico?

"Resultado: Mais 75% de calorias por pessoa em todo o planeta.Se queremos que o planeta seja o mais saudável possível, com comida para todos, então todo o planeta deveria tornar-se orgânico" (00:32:43)

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Uma abóbora

Para a próxima feira (29 de Outubro) temos: Uma abóbora (pode ser dividida em duas), batata doce, açaflor, acelgas, tomates (poucos), tomilho, nabos (poucos), coentros, salsa, basílico, alho-francês, rúcula (muita), cenoura (pouca) alecrim... (de tudo um pouco).

ENCOMENDE os seus produtos: deixe a sua lista no link comentários (abaixo desta mensagem), identifique-se e nós deixamos o seu saco na portaria do parque de estacionamento
Em alternativa, pode deixar a sua nota de encomenda dentro de um saco no bar de professores, indicando aonde quer levantar os produtos (no bar, ou na portaria do parque de estacionamento).

----------------

Notas: Agora o pagamento (e/ou donativos) dos produtos hortícolas é entregue em mão à Sra. Ana Azevedo, na CONTABILIDADE (junto ao conselho executivo).

A feira de produtos da horta realiza-se às segundas-feiras das 10:30 às 12. 
Traga um saco. 

Não vendemos tudo a uma pessoa só. Não somos uma empresa, nem temos como objectivo o lucro.

Queremos mostrar que é possível cultivar de forma saudável. Sem pressas, nem atropelos ambientais. Move-nos a pedagogia e não a instrumentalização das pessoas.

segunda-feira, 22 de outubro de 2012

José Bento

Nunca finda o respigo:
grãos da colheita arrecadada
jazem entre joio e calhaus hirtos,

mortos pela invernia
avara de chuva e de mãos cálidas,
repetindo a parábola;

e outros vão já caindo
de espigas a vergar-se
a pedir a foice necessária.

Alguém virá buscá-los,
embora mínimos?
Mas não achará nada
quem mais procure que a sua vida escassa.

José Bento, Alguns Motetos, Assírio & Alvim, 2003, p. 131

sábado, 20 de outubro de 2012

Batata doce e açaflor são as novidades

Para a próxima feira (22 de Outubro) temos: Batata doce, açaflor, acelgas, tomates (poucos), tomilho, nabos (poucos), coentros, salsa, basílico, alho-francês, rúcula (muita), cenoura (pouca)... (de tudo um pouco).

ENCOMENDE os seus produtos: deixe a sua lista no link comentários (abaixo desta mensagem), identifique-se e nós deixamos o seu saco na portaria do parque de estacionamento
Em alternativa, pode deixar a sua nota de encomenda dentro de um saco no bar de professores, indicando aonde quer levantar os produtos (no bar, ou na portaria do parque de estacionamento).

----------------

Notas: Agora o pagamento (e/ou donativos) dos produtos hortícolas é entregue em mão à Sra. Ana Azevedo, na CONTABILIDADE (junto ao conselho executivo).

A feira de produtos da horta realiza-se às segundas-feiras das 10:30 às 12. 
Traga um saco. 

Não vendemos tudo a uma pessoa só. Não somos uma empresa, nem temos como objectivo o lucro.

Queremos mostrar que é possível cultivar de forma saudável. Sem pressas, nem atropelos ambientais. Move-nos a pedagogia e não a instrumentalização das pessoas.

segunda-feira, 15 de outubro de 2012

«A Revolução de Uma Palha»



De Masanobu Fukuoka (1913-2008), biólogo e agricultor japonês, criador da agricultura selvagem ou natural,  A Revolução de Uma Palha propõe-nos que deixemos a terra fazer o seu trabalho, cabendo-nos apenas a tarefa de lançar as sementes e deixar que os legumes cresçam ao lado das ervas daninhas. Esta concepção de agricultura terá inspirado a máxima «Trabalhar com e não contra a natureza» que norteia os defensores da permacultura.
Alguns excertos do livro, aqui, numa edição brasileira:
"O agricultor tornou-se atarefado demais quando começou a estudar o mundo e a decidir que seria bom fazer isto ou fazer aquilo. Toda a minha pesquisa se baseou em não fazer isto ou não fazer aquilo. Estes trinta anos ensinaram-me que os agricultores estariam numa situação bem melhor se não fizessem praticamente nada."
"Eu cultivo os meus legumes de maneira semi-selvagem, utilizando um terreno vago, ribanceira ou terra inculta não vedada. A minha concepção é lançar, simplesmente as sementes à terra e deixar que os legumes cresçam com as ervas daninhas. Faço crescer os meus legumes na encosta da montanha, nos espaços livres entre os citrinos.
O ponto importante é saber qual o momento certo para cultivar. Para os legumes primaveris, o momento certo é quando as ervas daninhas de Inverno começam a morrer e imediatamente antes da germinação das ervas daninhas da Primavera. No Outono, a sementeira deve fazer-se quando as ervas de Verão murcham e as ervas daninhas de Inverno não apareceram ainda."